Saiba como o Brasil se tornou um Polo para o Crescimento de Startups 

Os Gigantes Estão Chegando em Santa Catarina!
20 de maio de 2020
Saldo Positivo na Abertura de Empresas em Santa Catarina Demonstra Confiança Empresarial na Retomada Econômica
27 de maio de 2020

Saiba como o Brasil se tornou um Polo para o Crescimento de Startups

 

Graças aos investimentos recebidos nos últimos anos, o Brasil já tem mais unicórnios do que Israel e se consolida no mercado de tecnologia

 

Um estudo realizado pela consultoria americana McKinsey & Company e exibido durante a primeira apresentação do evento Brazil at Silicon Valley, no início deste mês, traçou um panorama sobre o desenvolvimento do mercado de tecnologia do Brasil. O relatório, mostra por que o Brasil se tornou um dos principais polos de inovação e um forte candidato para abrigar mais startups bilionárias nos próximos anos.

Com dados obtidos em uma pesquisa quantitativa com mais de 400 startups e entrevistas com empresários, investidores e profissionais que atuam com regulação do mercado entre novembro de 2019 e fevereiro deste ano, a consultoria foi capaz de indicar como os investimentos externos em empresas brasileiras cresceram em ritmo exponencial nos últimos anos. Eles já mostram que o Brasil pode ser tão competitivo quanto Israel, considerado um dos principais mercados de tecnologia do planeta.

 

Nubank, empresa que usa a tecnologia e design para devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira.

 

Com mais startups com valores de mercado que superam os oito dígitos e, por isso, podem ser consideradas unicórnios, o Brasil ultrapassou Israel no número de empresas de tecnologia que já valem mais de 1 bilhão de dólares. Por aqui, 13 companhias se tornaram unicórnios até 2019. São elas: 99, Arco, Ascenty, Ebanx, Gympass, iFood, Loft, Loggi, Nubank, PagSeguro, QuintoAndar, Stone e WildLife. São 8 em Israel e 12 na Alemanha.

Conforme mostra o estudo, as startups brasileiras estão se tornando bilionárias em um espaço de tempo menor. Primeiro unicórnio brasileiro, o PagSeguro conquistou o rótulo em 2016 após 12 anos de operação. Stone, Gympass, 99, QuintoAndar e Ebanx levaram menos de 7 anos para conseguirem. A Loft, que atua no mercado imobiliário com a reforma e venda de imóveis, precisou apenas de 8 meses para atingir a avaliação privada de 1 bilhão de dólares, conquistada em 2018.

 

QuintoAndar, empresa de aluguel a partir da interne

 

Parte desse sucesso se dá por conta de uma diminuição no tempo que essas empresas levam para terem 1 milhão de clientes em seus negócios. Enquanto a Nubank precisou de 40 meses para se consolidar no mercado desde que foi lançada, em 2014, o rival C6 Bank, criado em 2019, necessitou apenas de um semestre para ultrapassar a marca. Outros players também superaram o Neon, que já vale mais de 10 bilhões de dólares, nesta corrida. O banco Neon levou exatos dois anos, 24 meses. O Next, 23 meses. O banco Inter precisou de 34 meses e o Banco Original atingiu a marca em 38 meses.

O sucesso dessas operações só foi possível graças à enxurrada de dinheiro que foi aportada pelas companhias como forma de escalar suas operações. Um dos maiores investidores é o banco japonês Softbank, que criou um fundo de 5 bilhões de dólares para investir em negócios promissores da América Latina. Em entrevista , Masayoshi Son, afirmou que a região representava “uma grande oportunidade para se associar a empreendedores talentosos em mercados historicamente com falta de capital e de ambição”.

 

Gympass, aplicativo que dá acesso a academias no Brasil

 

No Brasil, conforme mostra o relatório da McKinsey, houve um aumento considerável no valor e na quantidade de aportes em empresas de tecnologia durante a última década. Até 2012, apenas 60 milhões de dólares haviam sido investidos em startups brasileiras por esses fundos de investimento. A cifra se multiplicou por 10 nos anos que se passaram até 2017. Em 2018 os investimentos de venture capital já representavam 1,5 bilhão de dólares ou 0,07% do PIB brasileiro. No ano seguinte, 2,4 bilhões de dólares e 0,12% do PIB.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da SANTA CATARINA Industrial Land e Exame.com

INVISTA NO ESTADO DE SANTA CATARINA

CONHEÇA O GRUPO SANTA CATARINA

 

 

O GRUPO SANTA CATARINA é uma Holding Brasileira com sede no Estado de Santa Catarina, fundada há 20 anos, com o objetivo de administrar bens próprios e desenvolver novos negócios Nacionais e Internacionais para INVESTIDORES, FUNDOS DE INVESTIMENTOS, INDÚSTRIAS e EMPRESAS. Atualmente o GRUPO SANTA CATARINA, além de controlar outras empresas, controla a SANTA CATARINA Industrial Land.

O GRUPO SANTA CATARINA Estrutura, Desenvolve, Implanta, Comercializa, Opera e Administra seus Ativos e Novos Negócios. Especializada e Preparada em oferecer soluções no setor Imobiliário Residencial, através de Loteamentos e Condomínios Residenciais, no setor Industrial através de suas Plantas Industriais, Condomínios Industriais, Terrenos Industriais e BTS – Built to Suit, além de seus negócios na esfera de Infraestrutura Nacional.

 

VENHA FAZER SEUS NEGÓCIOS E INVESTIMENTOS EM UMA EMPRESA GLOBALIZADA, ÁGIL, TRANSPARENTE, SEGURA E PRINCIPALMENTE COM LEGALIDADE

Todos os negócios do GRUPO SANTA CATARINA são direcionados ao mercado Nacional e Internacional:

INDÚSTRIAS

EMPRESAS

INVESTIDORES

FUNDOS DE INVESTIMENTO

www.gruposantacatarina.com

 

 

Os comentários estão encerrados.