Santa Catarina Reage com Inovação e tem Projeto para Retomada Economica

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Santa Catarina Reage com Inovação e tem Projeto para Retomada Economica

 

A ideia não é só retomar, mas se transformar, em função da gravidade da crise. A travessia significa que nós vamos sair de um lugar e chegar em outro — resume o diretor de inovação e competitividade da Fiesc

 

Na recessão da economia brasileira entre os anos de 2015 e 2016 surgiu uma espécie de mantra, que foi repetido à exaustão: Santa Catarina seria o último estado do país a entrar e o primeiro a sair da crise. O otimismo demonstrado por gestores públicos e lideranças empresariais à época se sustentava nas peculiaridades do setor produtivo local. A atividade econômica catarinense é diversificada – não há dependência de um único segmento, e quando um vai mal outro ajuda a compensar – e bem distribuída em todas as regiões, cada uma com vocações bem definidas que se complementam. Aliado a isso, empresas e indústrias com longa trajetória, muitas delas centenárias, se acostumaram a se reerguer depois de momentos difíceis, fomentando um empreendedorismo marcado pela resiliência.

Ricardo Axt, presidente da Texneo: contra o coronavírus, empresa acelerou projeto de malha antiviral

A boa notícia é que Santa Catarina não está assistindo a tudo isso de braços cruzados. No setor produtivo, a Federação das Indústrias (Fiesc) finaliza a formatação de um plano que propõe uma profunda reformulação da economia catarinense. O relatório deve ser apresentado na próxima semana ao governador Carlos Moisés (PSL), com sugestões inclusive para aprimorar a gestão pública. Trata-se de algo, ao menos no papel, ousado, inspirado no New Deal, um conjunto de medidas adotadas pelos Estados Unidos para recuperar o país depois da Grande Depressão de 1929 – mas com um olhar específico para tornar o Estado referência em desenvolvimento quanto tudo voltar a se acalmar. A iniciativa foi batizada de Projeto Travessia e mira em quatro pontos: reinvenção da indústria, investimento em infraestrutura, atração de capital e pacto institucional.

— A ideia não é só retomar, mas se transformar, em função da gravidade da crise. A travessia significa que nós vamos sair de um lugar e chegar em outro — resume o diretor de inovação e competitividade da Fiesc, José Eduardo Fiates.

Essa transformação tem fases distintas. A primeira é instigada pelo instinto de sobrevivência. A indústria têxtil e de confecção, por exemplo, foi uma das mais afetadas pela crise, mas muitas fábricas amenizaram os prejuízos readequando a produção. Nas máquinas de costura, peças de vestuário deram lugar a máscaras, jalecos e uniformes destinados a profissionais de saúde. Em um segundo momento, a pandemia também pode acabar dando um empurrãozinho para antecipar o futuro. E exemplos disso não faltam.

No meio do furacão, a Texneo, uma malharia de Indaial, acelerou um projeto que já estava em gestação no início deste ano. Com suporte de uma startup, desenvolveu uma malha antiviral a partir de nanopartículas que bloqueiam o crescimento e a propagação do novo coronavírus (e também de bactérias) nos tecidos. Não é possível eliminar o vírus de vez, mas ele se torna inativo em até 15 minutos, freando a contaminação. Isso permitiria, por exemplo, que as pessoas não precisassem lavar a roupa toda vez que chegam da rua em casa. Segundo o presidente da empresa, Ricardo Axt, a tecnologia pode ser empregada em qualquer tipo de material e tem 99,9% de eficácia comprovada em testes de laboratório.

Crises como essa da Covid-19 também acabam evidenciando a capacidade de mobilização da indústria catarinense na busca por soluções que ajudem os governos. Um dos melhores exemplos disso no Estado vem da WEG. Em tempo recorde, a companhia estruturou fábricas para produzir respiradores, o produto mais inflacionado da pandemia. Em dois meses começou a entregar os primeiros equipamentos para UTIs de hospitais de Santa Catarina e já assinou contrato com o Ministério da Saúde para fornecer 950 aparelhos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Foi uma saída caseira e que no fim se demonstrou mais eficiente – e bem longe de polêmicas – do que a importação desses itens.

Para o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, a pandemia também escancarou o que agora se mostra, na visão dele, uma política equivocada, que foi a transferência de boa parte dos processos de manufatura para o continente asiático. O dirigente acredita que essa dependência, especialmente da China, pode ser revista, abrindo caminho para um processo de reindustrialização do Estado que pode ajudar a recuperar postos de trabalho perdidos:

— Onde tem indústria tem desenvolvimento e emprego.

Exemplos de quem segue pela contramão

 

Crises chacoalham a economia. Se de um lado derrubam os desestruturados, por outro colocam quem está firme na vitrine. Apesar de muitas empresas terem enxugado operações e congelados investimentos, outras continuaram com o pé no acelerador.

A FG Empreendimentos, por exemplo, promete lançar ainda neste um ano prédio de 100 andares em Balneário Camboriú. A construtora prepara investimentos de R$ 500 milhões em novos projetos de luxo na região nos próximos cincos anos. Na vizinha Itajaí, quatro navios militares encomendados pela Marinha do Brasil, orçados em cerca de R$ 6 bilhões, prometem dar fôlego à construção naval e gerar até 2 mil empregos diretos.

Na área de geração de energia, a Celesc, apesar de ter feito um contingenciamento no orçamento em função da pandemia, segue com projetos de R$ 590 milhões. Já a Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc) informa que o setor deve investir neste ano cerca de R$ 500 milhões em pequenas centrais hidrelétricas já iniciadas e em outras que vão começar. Ambas as informações foram apuradas pela colunista de economia da NSC, Estela Benetti.

Maior rede de lojas de departamentos do Brasil, a Havan reviu os planos para 2020, mas eles continuam ambiciosos. A empresa de Brusque vai desembolsar R$ 100 milhões na abertura de seis novas unidades em 2020. A primeira delas, em Gravataí (RS), foi inaugurada no fim de maio. Já o varejo de alimentos, setor essencial e que não parou com o surto do novo coronavírus, vem encontrando terreno fértil para crescer. Redes como a Condor, Fort Atacadista, Celeiro, Preceiro e Cooper estão despejando milhões de reais na abertura ou reforma de supermercados e atacarejos por todo o Estado, gerando milhares de empregos.

— As empresas tinham seu planejamento, equipamentos já comprados, contratos feitos, terrenos comprados e vão seguir com ele — diz o empresário Paulo Lopes, presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats).

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da SANTA CATARINA Industrial Land e NSC Total

 

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